Guia de Referência


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Experimentar sapatilhas de pontas Gaynor Minden é lógico e fácil de aprender

Como para as sapatilhas de pontas convencionais:

  • Nunca se escolhem pontas com “espaço para crescer.”
  • A caixa deve estar justa
    (Razão: a sapatilha que está grande demais não pode dar o suporte adequado.)

Ao contrário das sapatilhas de pontas convencionais:

  • Deve deixar-se um aperto de material de 4 a 6 milímetros (na parte de cima do calcanhar perto da bainha do elástico de apertar) quando se sobe para pontas.
    (Razão: o nosso cetim não alarga tanto como o cetim convencional.)
  • Escolhe-se a rigidez da sapatilha pois nunca vai mudar; não é preciso “partir” ou amolecer as pontas.
    (Razão: as nossas almas (palmilhas) e caixas são feitas de elastómero e nunca enfraquecem.)
  • Um “tamanho” Gaynor Minden consiste em 6 variáveis; o comprimento é apenas uma delas. Você especifica todas as seis.

Determine o comprimento

  • Comece com o comprimento do tamanho acima da medida americana de sapato de rua da bailarina.
  • Faça um demi-plié bem fundo numa perna só. O dedo grande deve apenas tocar o fundo da caixa. Pressão no dedo grande indica que o comprimento é curto demais ou que a caixa é larga demais.
  • Suba para pontas. Você deve poder apertar 4 a 6 milímetros de material na parte de cima do calcanhar perto da bainha do elástico. Se você consegue apertar mais material que isso, experimente meio tamanho abaixo. Se você não consegue apertar material nenhum, experimente meio tamanho acima.

Determine a largura e a caixa


  • A largura mede-se entre o limite superior da caixa e a costura de lado da sapatilha. Minimiza-se o efeito de cetim mal ajustado e de espaço dos lados da sapatilha ao escolher a largura mais estreita que ainda permita ao pé deslizar para dentro da caixa.
  • A caixa deve estar justa e a sua aparência lisa. O seu limite superior não deve nem comprimir a articulação do dedo grande nem acabar de repente abaixo da articulação fazendo com que ela sobressaia. Se necessário, experimente uma caixa mais larga ou uma sapatilha com maior largura. Se mudarem para uma caixa maior, experimente-a primeiro com enchimento na ponta para ter a certeza que está justa. Retire o enchimento se a caixa ainda estiver demasiado justa.
  • Se o pé da bailarina é estreito, experimente a caixa #2; se for normal, a caixa # 3; se for largo (e quadrado) a caixa #4. Um pé compressível muitas vezes requer uma caixa mais pequena.

Escolha a rigidez e a gáspea (parte que cobre o peito do pé)

  • A alma (palmilha) deve ser suficientemente rígida para permitir que a bailarina se mantenha em pontas com alinhamento correcto e confortável, mas suficientemente maleável para conseguir facilmente uma meia ponta elevada. Certifique-se que a alma (palmilha) é suficientemente flexível!
  • Gáspeas mais compridas ajudam no suporte. As gáspeas devem sempre cobrir totalmente os dedos do pé - não se deve ver a segmentação dos dedos.
  • Normalmente, um pé muito curvado requer uma gáspea mais comprida e/ou uma alma (palmilha) mais rígida.
  • Se a bailarina se sente para trás do eixo, experimente uma sapatilha com a alma mais maleável e/ou uma gáspea mais curta. Se a bailarina for muito para a frente do seu eixo, prove uma sapatilha com a alma (palmilha) mais rígida e/ou uma gáspea mais comprida.

Escolha o calcanhar

  • O calcanhar mais alto ajuda a manter a sapatilha no pé. O calcanhar curto faz com que a aparência da sapatilha seja lisa e menos frouxa.

Considere “Sleekfit” (forma estreita)

  • Se a caixa está correctamente ajustada mas a sapatilha tem um aspecto folgado nos lados e/ou no calcanhar, experimente o estilo “Sleekfit”. Este estilo existe em muitos tamanhos e normalmente requer meio tamanho acima do usual. “Sleekfit” é ideal para bailarinas com calcanhares estreitos.

Finalize a prova

Verificação

  • Enchimento, forros e almofadas, sobretudo as maiores, podem afectar o ajuste. Verifique como se sente nas pontas com tudo no seu sítio.
  • Repita o teste do demi-plié e o teste do aperto de material ao nível do calcanhar sempre que faça outro ajuste e mais uma vez antes de cozer as fitas.